Ano de 2025:

Segundo Semestre de 2025

Cidadania Digital em tempos de IA

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O Grupo está discutindo atualmente sobre:

A Cidadania Digital

A crise da ideia ocidental de democracia e a participação nas redes digitais

Nossa contemporaneidade é caracterizada por grandes transformações que afetam todos os setores da sociedade, entre as quais se destacam o agravamento da crise ecológica e o advento das redes digitais de interação, das redes neurais e das formas de inteligência automatizadas conectivas. Se, por um lado, o aquecimento global, as mudanças climáticas e até mesmo a pandemia da Covid19 despertaram-nos para nossa vulnerabilidade e para o fato de que não somos os únicos responsáveis por nosso futuro, por outro, as plataformas digitais contribuíram para a criação de um novo tipo de arquitetura social, que não é mais sujeitocêntrica, mas reticular e interativa, conectando não apenas pessoas, mas também algoritmos, dados, superfícies e objetos. Diante dessas mudanças, fica evidente que muitos aspectos do modelo ocidental de sociedade, baseado na centralidade do humano, tornaram-se inadequados para compreender o mundo de hoje – entre eles, a própria noção de democracia. Neste livro, o autor Massimo Di Felice apresenta uma relação entre as importantes transformações que vivemos e a crise das formas ocidentais da política, destacando a necessidade de nos abrirmos às novas formas de participação, interação e governança.

O grupo fez discussões sobre o Livro:

Os setes saberes necessários à educação do futuro

Os Sete Saberes indispensáveis, enunciados por Morin, constituem caminhos que se abrem a todos os que pensam e fazem educação e que estão preocupados com o futuro das novas gerações. A presente edição deixa claro que ainda serão necessárias muitas ações para garantir um futuro sustentável e uma educação democrática, na qual as pulsões da regeneração prevaleçam.


Fonte: Editor

Ano de 2024:


O grupo fez discussões sobre o Livro:

Humanos Hiper-Híbridos

Linguagens e cultura na segunda era da internet


Vivemos "em uma sociedade regida por algoritmos, que capturam numericamente a totalidade da vida, enquanto contribuímos, mais ou menos conscientemente, para a coleta constante de dados sobre nós. Isso significa que um valor pode ser extraído de tudo; nossa produtividade, medida em todas as áreas da vida. Esse conglomerado informacional dá origem a uma nova definição da relação entre trabalho e lazer, e a uma necessidade intensificada de controle preditivo". Em Humanos hiperhíbridos: linguagens e cultura na segunda era da internet, Lucia Santaella aborda a relação entre os algoritmos e a sociedade moderna. A fim de aclarar essa questão, a autora traça um longo percurso de acontecimentos responsáveis por constituir a presente realidade: a instauração da era da mobilidade e a web 2.0; a dissolução das tradicionais fronteiras entre as mídias; o mergulho das sociedades e da cultura humana na conectividade, na mobilidade e na ubiquidade; a conversão do corpo e da cidade ciborgues em interfaces; o leitor ubíquo, com acesso à informação em qualquer lugar e a qualquer tempo; o humano habitando espaços hiperconectados e, consequentemente, hiperíbridos.


Fonte: Editor


Inteligência Artificial na Educação


Video de Encerramento